Ferramentas de geração de imagem e vídeo não substituem direção. Elas aceleram a execução de uma visão que já precisa existir antes.

O trabalho do designer se desloca cada vez mais para a curadoria e o critério: saber o que pedir, reconhecer o que está errado e ter repertório suficiente para notar quando um resultado é apenas bonito, e não certo.