Movimento é só a superfície. O que faz um motion funcionar de verdade é o ritmo: quando cada corte, cada easing e cada pausa serve a uma intenção clara.
É fácil confundir "ter muita coisa se mexendo" com "ter um bom motion design". Na prática, o trabalho mais difícil é decidir o que não vai se mover, e por quanto tempo a tela pode ficar parada antes de perder a atenção de quem assiste.